terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Acervo de D. Pedro II disputa título de "Memória do Mundo"

Um acervo de 50 mil documentos deixados pelo imperador do Brasil Dom Pedro II no século XIX disputa o título de Memória do Mundo em 2012 concedido pela UNESCO.
Esta é a segunda vez que documentos brasileiros do período do Império disputam o título da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), uma classificação que corresponde ao Património da Humanidade para bens materiais, segundo noticia hoje o diário O Globo. Uma equipe de quatro investigadores deu início a um trabalho minucioso de 11 meses de revisão do material e preparação de um dossier para entregar à UNESCO. O acervo reúne 50 mil documentos deixados pelo imperador com registos das suas três viagens pelos continentes.
"As viagens do imperador demoravam em média de oito meses a um ano e meio. Em 1876, ele cruzou de comboio os Estados Unidos duas vezes. Foi depois para o Canadá, Europa e Médio Oriente, sempre registando as suas expedições", disse o diretor do Museu Imperial, em Petrópolis, Maurício Vicente Ferreira Júnior. O acervo de 50 mil documentos das viagens de Dom Pedro II inclui diários pessoais, cadernos de anotações, gravuras, correspondência e jornais.
O material foi levado da França para o Brasil pela Família Imperial e doado ao Arquivo Histórico do Museu Imperial, em 1948. Em 2003, uma colecção com mais de 21 mil fotos da imperatriz Teresa Cristina, mulher de Dom Pedro II, foi considerada património mundial. Além disso, os documentos da ditadura brasileira, que reúne um acervo do período de 1964 a 1985, também aguardam o título. Na América do Sul, já foram reconhecidos como património os acervos da ditadura militar da Argentina, Chile e Paraguai.
fonte: DNGLOBO 
Eu dei na íntegra o artigo publicado no link acima, mas recebi um comentário interessante de Arnaldo Roberto em meu e-mail que dá um fecho muito melhor ao assunto:
Li o texto abaixo e discordo com o final onde diz que: “...faleceu dois anos depois, sem coroa nem pátria, triste e esquecido”. Pode ter falecido triste, mas não esquecido pelo seu povo e nem pelo povo europeu que acompanhou em peso o seu sepultamento, pois sabiam que ali estavam sepultando um grande estadista e um homem de bem. 

FILIE-SE A UM CÍRCULO MONÁRQUICO 

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